3 modos de usar espelhos para aumentar espaço em apartamentos

Usar espelhos para aumentar espaço em apartamentos pequenos. 3 dicas para ampliar apartamentos pequenos com o uso de espelhos na decoração, de forma elegante e muito sofisticada.

Quem mora em apartamentos pequenos sabe bem como é importante a valorização do espaço interno de cada ambiente, para que o imóvel seja confortável e ao mesmo tempo elegante.

Para elaborar a decoração destes apartamentos os moradores utilizam vários recursos, que visam ampliar o espaço interno de forma funcional, mas sem perder o charme e conforto que cada ambiente deve ofertar.

E um dos elementos que vem sendo muito utilizados para aumentar o espaço interno dos apartamentos pequenos é o espelho, que pode ser utilizado em vários tamanhos e modelos, e colocado em todos os cômodos do imóvel.

 

 

 

1. Iluminação e posicionamento

Um dos focos principais no uso dos espelhos na decoração de apartamentos é o aumento da luminosidade, que proporciona uma sensação visual de amplitude e também o melhor aproveitamento da iluminação natural no local.

E para conseguir este efeito os espelhos podem ser usados nas paredes ou nos móveis, em geral com tamanhos maiores do que os modelos convencionais, e que podem ser encontrados em vidraçarias especializadas.

2. Tamanhos diversos

Também é possível utilizar espelhos em tamanhos variados dentro dos apartamentos, e que vão proporcionar um foco mais direcionado, permitindo assim que outros elementos da decoração sejam valorizados, como a foto de família ou um vaso decorativo.

 

 

3. Escolha uma moldura

Outra dica de decoração para aproveitar melhor os espelhos é a escolha de molduras personalizadas, que além de elegantes, ainda vão deixar os ambientes bem decorados e amplos.

 

 

 

 

Ampliando ambientes com espelhos

E neste vídeo separamos mais algumas dicas que vão lhes ajudar a ampliar o espaço interno de seu apartamento com o uso dos espelhos na decoração, de forma simples e muito elegante:

 

Limpeza caixa d’água de amianto

O amianto por ser um material resistente a corrosão e fogo e por ter baixo custo em sua produção, ainda é muito utilizado na indústria de materiais de construção, principalmente em  Caixas d’ Água e telhas.

Apesar de ainda no Brasil não existir uma legislação especifica sobre a utilização do amianto, alguns estados já vêm proibindo sua utilização, por entenderam que seu uso pode ser nocivo à saúde, principalmente por estar associado a diversas doenças pulmonares.

A inalação em indivíduos por períodos longos, pode levar a um aumento de câncer de pulmão e outras doenças crônicas

 A ingestão de água de uma caixa de amianto não quer dizer que pode provocar uma contaminação, mas caso, esta caixa apresentar rachaduras e processos abrasivos poderá soltar fibras de amianto e prejudicar a saúde do consumidor.

Uma limpeza de uma caixa d’água de amianto, por não poder ser esfregada por conta de soltar partículas do material, ela acontece mais superficialmente, não se removendo totalmente os biofilmes, tem o risco de ficar retido microorganismos e isso acaba prejudicando com o tempo o utilizador.

O ideal mesmo é que as Caixas d’ Água de Amianto sejam substituídas por caixas de Polietileno ou de Fibra.

Esses materiais, não alteram a qualidade da água, são mais fáceis para manutenção de Limpeza.

As lojas do Grupo Construfran hoje não trabalham mais com caixas de amianto, apenas Polietileno.

O que é a Argamassa?

 Argamassa é uma mistura homogênea de agregados, aglomerantes inorgânicos e água, contendo ou não aditivos, com propriedades de aderência e endurecimento, podendo ser dosada em obra ou em instalação própria (argamassa industrializada).

Em outras palavras é a mistura de cimento, água e areia em alguns casos, de um outro material ( cal, saibro, barro, caulim, etc.).

A mistura de cimento, areia e água é a base da massa usada na construção de casas e prédios.

As argamassas, assim como o concreto, também são moles nas primeiras horas, e endurecem com o tempo, ganhando elevada resistência e durabilidade.

A argamassa depois de seca une definitivamente tijolos, blocos, pisos, ladrilhos, reveste paredes,cerâmicas e tacos, etc…

Usada também para impermeabilizar superfícies, regularizar, (tapar buracos, eliminar ondulações, nivelar e aprumar) paredes, pisos e tetos. Dar acabamento às superfícies (liso, áspero, rugoso, etc.).

As misturas dos diversos ingredientes os pedreiros chamam de “traço“.

Funções do Revestimento de Argamassa

O revestimento de argamassa apresenta importantes funções que são genericamente:

· proteger os elementos de vedação dos edifícios da ação direta dos agentes agressivos;

· auxiliar as vedações no cumprimento das suas funções como, por exemplo, o isolamento termo-acústico e a estanqueidade à água e aos gases;

· regularizar a superfície dos elementos de vedação, servindo de base regular e adequada ao recebimento de outros revestimentos ou constituir-se no acabamento final;

· contribuir para a estética da fachada.

É importante lembrar que não é função do revestimento dissimular imperfeições grosseiras da base,(paredes,etc)

A qualidade

A qualidade das argamassas depende tanto das características dos componentes, como do preparo correto e do manuseio adequado.

A mistura das argamassas no local da obra pode ser feita manualmente ou em betoneira.

Nos dois casos é recomendável misturar apenas a quantidade suficiente para 1 hora de aplicação.

Esse cuidado evita que a argamassa endureça ou perca a plasticidade.

A água na composição

A quantidade de água de todos esses traços depende de vários fatores: a finalidade, a qualidade dos componentes, a habilidade dos pedreiros,etc.
Em caso de dúvida, consulte um profissional habilitado.

A flexibilidade

Aditivos estão sendo desenvolvidos para conferir mais flexibilidade para as argamassas.
A própria cal tem a função de tornar mais flexível a argamassa depois de endurecida.

Para aumentar a plasticidade é adicionado um quarto componente à mistura. Pode ser cal, saibro, barro, caulim ou outros, dependendo da região.

De todos esses materiais, chamados de plastificantes, o mais recomendado é o cal, também conhecida como cal hidratada.
O seu desempenho está comprovado por institutos de pesquisa oficiais.
Tanto a cal quanto os aditivos, além de conferir mais deformabilidade, melhoram a trabalhabilidade da argamassa no estado fresco.

 Temperatura

A temperatura da massa influencia muito no tempo que a mesma leva para endurecer. Quanto mais quente, mais rapidamente vai endurecer.
Quanto mais rápido a massa endurece, menos tempo útil teremos para aplicar-la e mais perigo corremos da massa secar, sem a água suficiente para alcançar a resistência necessária.

(Apenas como informação: a temperatura da massa não deve ultrapassar a temperatura de 30 graus centígrados.)

Fatores que influenciam para a massa ficar quente demais

  • areia quente;
  • água na dorna (tambor) aquecida pelo sol;
  • sacos de cimento estocados ao ar livre, em pleno sol;
  • masseiro quente;
  • a própria massa exposta ao sol.

ATENÇÃO

Não se deve comparar o concreto com a argamassa. Mesmo sendo os dois produzidos com o mesmo material, suas funções e utilização são completamente diferentes.
Enquanto o concreto é um elemento estrutural (fundações, colunas, lajes, etc) , a argamassa é utilizada para unir elementos leves (tijolos, blocos,  acabamento, etc).

Como usar ventilador corretamente

Como usar ventilador corretamente

A melhor  saída é economizar energia elétrica.

Nos dias de calor intenso, o ar-condicionado é sem dúvida o maior vilão em termos de consumo de energia. Por isso, selecionamos algumas dicas para você usar mais o ventilador e, quem sabe, deixar para usar o ar-condicionado apenas em último caso.

1) Mantenha os ventiladores limpos

O peso da poeira pode até parecer pouca coisa, mas a verdade é que acaba comprometendo o desempenho do ventilador e, é claro, a qualidade do ar.

Procure limpar o aparelho pelo menos a cada 15 dias. Desligue o ventilador da tomada, retire a parte da frente (no caso dos ventiladores de mesa e ventiladores de coluna) e retire a poeira mais grossa. Depois é só passar um pano com água e sabão neutro. Espere o aparelho secar antes de ligar novamente na tomada.

2) Posicione o ventilador corretamente

A tarefa do ventilador é espalhar um ar mais fresco pela casa e barrar a entrada de ar quente. Vale lembrar que o ar quente é mais leve que o ar frio, e por isso se concentra na parte superior do ambiente. Por isso, posicione o ventilador de modo que o vento chegue nas partes mais altas do cômodo.

Para completar, vire o ventilador para o lado da janela – não precisa ser de frente, apenas voltado para ela. Isso faz com que o ar quente entre com menos intensidade na casa.

3) Use o ventilador de teto e o ventilador de mesa juntos

Naqueles dias de calor muito intenso, tente usar ventilador de teto em conjunto com o ventilador de mesa. O truque é posicionar o ventilador de mesa para o lado da janela, como explicamos no tópico anterior, para que ele jogue o ar quente para fora.

Ao mesmo tempo, coloque o ventilador de teto na função exaustor, para que ele puxe o ar quente para cima, em vez de deixá-lo circulando dentro do quarto. Esse sistema irá favorecer o frescor do ambiente.

Pia em Granito Verde Ubatuba

Hoje daremos  dicas de pias de cozinha e os materiais mais comuns utilizados em pias de cozinha são: aço inox, pedras de granito e quartzo,  as pias de aço inox são pias que elas arranhão com muita facilidade e ultimamente elas não têm sido usadas as pias em granito elas têm uma resistência durabilidade muito maior e dependendo da pedra do granito ele gera tons diferentes para sua cozinha as superfícies de quartzo é o material industrial, ele dá uma gama de  possibilidades porque ele é resistente ele é maleável você pode inclusive esculpe a própria pia não só a bancada da cozinha mas a pia também interna você pode fazer com o próprio material é de quartzo e ele dá a possibilidade de muitas cores vermelho azul amarelo nem imita inclusive o granito eu não aconselho muito a utilizar o mármore porque é um elemento mais poroso, já o granito é uma pedra bem mais resistente e é muito mais indicado para utilização em cozinha e também a área gourmet para manutenção e utilização de uma bancada de cozinha eu sugiro sempre utilizar materiais para a limpeza que não sejam brasileiros que não venha a deteriorar a pedra então sempre um detergente neutro sempre um elemento que não venha desgastar essa pedra com o tempo também elementos cortantes como facas você não pode utilizar diretamente na pedra porque ela vai arranhar você tem que usar uma tábua e em cima da tábua para você cortar alimentos assim estragando sua bancada. Nas promoções desta semana temos o granito Verde Ubatuba ele combina com diversos tons de madeira e fica lindo

Como evitar e tratar mofo nas paredes e móveis

Como evitar e tratar mofo nas paredes e móveis

Impermeabilização é principal meio de evitar, mas deve ser feita na obra

Com o período chuvoso e o aumento da umidade é normal a formação de manchas e mofos nas paredes, tetos e móveis. Em Goiânia, profissionais explicam como agir após o surgimento deste problema e como tratá-lo. Segundo eles, existem métodos temporários e definitivos para combater o mofo, como a impermeabilização, por exemplo, no entanto, o ideal é que ela seja feita durante a construção do imóvel.

O período chuvoso é entre os meses de novembro e março. No entanto, outubro e abril são considerados meses de transição do período chuvoso, por isso, também chove. Para realizar métodos de combate ao mofo, o ideal é que o clima esteja seco.

A área a ser impermeabilizada tem que estar bem seca ou não pega a impermeabilização. Além disso, no período de sol, o tempo facilita a secagem. Ideal é fazer na seca, depois que o problema acontece, o melhor é apostar nas  técnicas alternativas, pois a solução definitiva é inviável em relação ao custo benefício. No entanto, estes métodos temporários têm data de validade, já que duram entre um a cinco anos.

Uma das opções para remediar o problema, segundo o engenheiro, é fazer o tratamento superficial, que se trata de tirar a tinta e a argamassa com uma espátula, no local do mofo, e aplicar um produto impermeabilizante. Depois de seco o produto, é só amaciar e pintar a parede.

Outra alternativa é usar estilos de tinta como o grafiato, que possibilitam uma durabilidade maior da tinta. Algumas pessoas também usam a cerâmica ou as pastilhas, mas tem questão de estética e tem gente que não gosta. O problema é que depois de alguns anos, quando o mofo tomar conta da cerâmica, ela se solta e cai. Porque a umidade continua abaixo da argamassa para assento.

Impermeabilização
Em relação à impermeabilização,  o processo deve ser feito no momento da construção do imóvel com vários tipos de produtos disponíveis no mercado, como com mantas emborrachadas ou asfalto polimérico.

Tem que ter o cuidado de seguir com a manta e fazer a impermeabilização na parede, até acima do nível da terra. Em jardins ou áreas descobertas de estacionamento, por exemplo, deve ser feito acima do nível para evitar o contato com a umidade.

Teste de estanqueidade é feito após a impermeabilização
Teste de estanqueidade é feito após a impermeabilização

É necessário tomar cuidado com a impermeabilização de ralos, pois eles são propícios para causar infiltrações.

Os ralos são onde a água tem mais facilidade para entrar. Então, depois que preparamos a superfície para vir a impermeabilização, criando o caimento para o ralo, para quando vir a manta, tendo condições de fazer o acabamento e não ter problemas futuros

É muito importante que seja feito o teste de estanqueidade, depois da impermeabilização, para testar o processo deu certo. O teste é feito em qualquer tipo de local impermeabilizado.  Depois que impermeabiliza, deve-se deixar o local coberto de água, por até 72 horas, em toda a região impermeabilizada, para ver se tem vazamento ou se ficou tudo certo com a manta, se todos os cuidados foram eficientes.

Viafix da Viapol

Viafix da Viapol

O Viafix é um promotor de aderência que oferece alta resistência mecânica para concreto, chapiscos e argamassa. Ele evita a retração da argamassa e possui grande plasticidade.

Com produtos  Viapol é assim: usou, resolveu!


Os produtos da Viapol você encontra nas Lojas do Grupo Construfran com os melhores preços.

Pensando em Reformar ou Construir procure uma das lojas do Grupo Construfran – A solução para sua obra.

 

 

 

 

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Saiba como escolher portas e janelas para sua casa

Saiba como escolher portas e janelas para sua casa

Escolher portas e janelas é sempre motivo de dúvida na hora de construir ou reformar a casa. Além de decorativos, as portas e janelas têm que se adequar com o projeto arquitetônico e serem práticas e funcionais.

O primeiro passo é conhecer as características e o espaço do imóvel

Assim, será possível prever as necessidades do isolamento acústico, térmico e proteções contra ventos e insetos, por exemplo.

A partir disso, deve-se escolher o material das portas e janelas da casa. Segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Esquadrias de Alumínio, as portas e janelas de madeira e aço são as preferidas do brasileiro, seguidas de alumínio e PVC.

Depois de escolher as portas de janelas para sua casa, observe o posicionamento das janelas. Veja se elas trazem a claridade suficiente, durante o dia, a ponto de não ser preciso acender uma lâmpada sequer (aliás, elas demandam custos maiores e são mais cansativas que a luz natural). Se estiver construindo, atente-se para esse ponto e veja ainda como é a localização da casa com relação ao trajeto do sol. Que horas os raios entram nos cômodos para aquecê-los? Caso você já more em um lugar escuro, o jeito é buscar na decoração a saída para agregar leveza e claridade. Comece observando as portas e as janelas.

A porta de entrada da casa, será o cartão de visita da mesma, por isso, deve receber atenção especial.

As mais comuns são as de madeira, sem muito adorno e que abrem pra dentro. Na dúvida, opte por modelos mais convencionais com detalhes simples que não perderão o charme com o tempo devido ao estilo causal.

Já quem prima pela iluminação natural do ambiente, deve apostar em portas de vidro.

Caso as portas e janelas sejam de madeira, pense na possibilidade de pintá-las de um tom claro. É por meio dos tons suaves que se pode brincar com as nuances mais fortes nos detalhes e nos objetos decorativos. Por isso, a dica é: invista em revestimentos claros.

As janelas normalmente segue o mesmo estilo da porta principal. Porém, caso a porta seja de madeira é possível utilizar outros materiais nas janelas, devido a versatilidade do material. Hoje em dia, é possível comprar modelos prontos de portas e janelas ou encomendá-las sob medida.

Confira os prós e contras de cada tipo de material:

Ferro e aço: são super-resistentes, mas precisam de manutenção constante para evitar ferrugens.

Madeira: ótima para locais que exijam maior isolamento térmico, Deve ter manutenção constante para evitar danos devido à umidade, raios solares e cupins.

Alumínio: destaca-se pela fácil manutenção e resistência ao mesmo tempo. Não oxida, é mais leve, econômica e fácil de projetar e executar. Porém, não é recomendada para todos os tipos de ambientes.

PVC: é durável, de fácil manutenção e proporciona ótimo isolamento acústico. Porém, pode desbotar e não é aconselhável em áreas de condições climáticas mais intonsas com muita chuva e vento, por exemplo.

Agora é só optar pela que fica melhor no seu lar. Aproveite a variedade de portas e janelas no Grupo Construfran e boas compras!

Até a próxima!

Fonte: http://buscar.casashow.com.br/

7 dicas para planejar uma reforma sem estourar o orçamento

7 dicas para planejar uma reforma sem estourar o orçamento

Veja como projetar a reforma do seu imóvel sem extrapolar gastos e prazos

Veja como projetar a reforma do seu imóvel sem extrapolar gastos e prazos
Um dos pré-requisitos mais importantes para um projeto ser executado com excelência é o planejamento. E com a reforma da sua casa não pode ser diferente. A falta de planejamento é o que leva muita gente a gastar mais dinheiro e tempo do que o previsto com a obra. Veja a seguir sete dicas para fazer um bom planejamento para a sua reforma.

1 Defina o escopo da reforma para evitar mudanças depois que a obra já começou

Sem saber o que você quer fazer, a reforma pode ser um fracasso. Parece algo óbvio, mas apenas com uma vaga ideia, muita gente já começa a comprar as tintas e outros materiais, sem ter definido quais cômodos do imóvel serão reformados. Por isso, antes de qualquer coisa, é importante que você reflita com calma sobre o que será feito, pesquisando referências e colocando no papel os objetivos do projeto.

“Não determinar bem o que vai ser feito é o principal erro em relação à reforma. A pessoa começa com uma pequena ideia e no meio acontece aquela típica situação: ‘Já que estamos aqui, vamos quebrar mais uma parede ou aumentar esse ambiente’. Quando a pessoa vê, ela já saiu do planejamento inicial e é aí que o orçamento estoura.

É importante, portanto, decidir questões como: se o piso será frio ou quente, se será de madeira ou cerâmica ou se, com a reforma da cozinha, será feita uma reformulação da estrutura elétrica para suportar um maior gasto de energia.

2 Divida o projeto em etapas

Para facilitar o planejamento, é essencial que seja feito um cronograma do projeto. Em uma obra residencial é preciso definir as etapas do projeto por cômodo. Por exemplo: primeiro o quarto um, depois o quarto dois e por fim o banheiro. Em seguida, é preciso discriminar tudo que será feito por cômodo. Isso ajuda na preparação do orçamento do material e da mão de obra.

3 Consulte um profissional

Tanto definir o escopo da reforma, como o cronograma da obra, são questões que podem ser complexas para alguém que não tem experiência. Por isso, se a reforma não for algo simples é altamente recomendável consultar um engenheiro ou arquiteto para assessorá-lo.

Segundo um artigo do Instituto Brasileiro de Desenvolvimento da Arquitetura (IBDA), um profissional contratado para projetar a obra pode cobrar entre 5% do valor total da reforma.
Além de aprimorar o planejamento da obra, ajudando a definir custos, prazos e execução, esses profissionais podem dar dicas ou orientações que evitem que a reforma comprometa a estrutura do imóvel. Podem, ainda, alertar o proprietário sobre mudanças que venham a desvalorizar o imóvel posteriormente. Uma reforma que mude a planta do imóvel, por exemplo, pode fazer sentido para o atual morador, mas pode gerar uma perda de valor em uma futura venda.

Apesar de ser um custo a mais, o auxílio de profissionais evita gastos desnecessários e pode compensar o investimento, uma vez que a execução é feita da melhor forma possível.

4 Não compre nada antes de estabelecer exatamente o planejamento da reforma

Outro erro muito cometido por quem faz reformas é comprar os materiais antes do tempo. “A pessoa vê uma promoção de tinta e compra, mas a tinta só vai ser usada em seis meses e aí falta verba para outra coisa mais urgente dentro do cronograma, o que gera um descontrole financeiro”, afirma.

5 Pesquise os custos dos materiais e da mão de obra

O planejamento da reforma deve incluir a pesquisa sobre os custos com materiais e mão de obra. Além de contar com a ajuda de profissionais, as buscas podem ser feitas em lojas de materiais de construção ou pela internet.
A cotação da quantidade de materiais necessária segundo as dimensões da superfície da obra, além de calcular o custo médio de reformas hidráulicas, elétricas, de pinturas etc. de acordo com a área a ser construída e o padrão da obra (alto, médio ou popular).

As pessoas sempre subestimam os gastos com mão de obra. Elas acham que o pedreiro faz tudo, mas depois percebem que o pedreiro só faz a parte bruta da obra. Para instalar um novo piso é preciso um profissional especializado, assim como para o encanamento etc.”, diz.
Ele explica que, para colocar um piso de porcelanato, por exemplo, o custo da mão de obra é pelo menos 20% superior ao da instalação de um piso cerâmico, porque no primeiro caso o profissional precisa ter uma habilidade muito maior e usa ferramentas específicas para o corte do material. “Quem não tem esse conhecimento acha que vai gastar um valor, compra o material, mas quando contrata a mão de obra vê que o custo para instalação é 50% maior”.

6 Avalie a capacidade de comprometimento da sua renda com a obra
Dependendo da reforma, ela pode custar o equivalente a um novo imóvel. Por isso, se os gastos não forem planejados, você corre o risco de precisar conviver com uma parede pela metade, ou com um piso inacabado. Depois de definir, portanto, qual será o escopo da obra, o prazo e o valor que será investido, é hora de pensar na sua capacidade de comprometimento.
É importante que o proprietário faça uma análise da sua situação financeira para verificar se a reforma, quando somada a outras eventuais dívidas, não pesaria demais no seu orçamento mensal.

7 Estude as formas de pagamento

Se houver a possibilidade de fazer o pagamento à vista, essa sempre será a melhor opção, já que você poderá conseguir melhores descontos e se livrará de um comprometimento futuro com a obra.
Caso o proprietário não tenha em mãos quantia suficiente para realizar a reforma, vale a pena poupar o valor necessário para fazer o pagamento em parcelas únicas depois, se for possível esperar.
Mas, se a reforma precisar ser feita com urgência, existem empréstimos criados especificamente para este fim, ainda que as taxas deixem tudo mais caro.
Esses empréstimos geralmente têm taxas de juros mais altas do que as de financiamento de imóveis, por não terem a propriedade como garantia, mas podem ter taxas mais baixas do que a de empréstimos pessoais sem fins específicos, que têm riscos indefiníveis e, portanto, representam menor segurança para os bancos.

Banco do Brasil, Caixa, Itaú e Bradesco possuem linhas de crédito específicas para reformas e/ou para compra de materiais de construção.

Vale a pena fazer simulações dos custos com cada banco porque, de acordo com o seu perfil de renda e nível de relacionamento com a instituição, você pode conseguir condições mais vantajosas.

Fonte: http://www.exame.com.br/topicos/arquitetos, http://www.forumdaconstrucao.com.br/conteudo.php?a=12&Cod=108

 

Construindo uma casa: dicas para economizar!

Construindo uma casa: dicas para economizar!

Construir uma casa nova requer muita atenção aos detalhes por parte de quem compra ou constrói a casa. Mesmo depois de se instalar em um orçamento, é melhor não assumir que um empreiteiro ou construtor vai ficar dentro dos limites estabelecidos. Poupar dinheiro na construção de uma nova casa começa com a compreensão exatamente do que está sendo oferecido e o que você precisa para sua residência.

Certifique-se de entender o que está incluído no preço base da casa que você está construindo. Os desenvolvedores geralmente criam modelos de casas ricamente decoradas que incluem itens disponíveis apenas para compradores de casas a um custo adicional. Eletrodomésticos, carpetes e paisagismo normalmente não são incluídos no preço base. Você que tem de incluir esses valores por sua própria conta.

Entenda que os preços de novas casas são por vezes perto de seu custo real, e grandes lucros podem ser obtidos pelas empreiteiras em atualizações e implementos a sua residência. Faça algumas comparações de preços e opte por fornecedores externos, se o custo dos extras ou atualizações que você quer estiverem muito altos. Procure em outro lugar se um desenvolvedor insistir que algum de seus desejos não pode ser realizado.

Determine o valor da casa para evitar pagar demais por ela. Os construtores normalmente têm seus próprios agentes imobiliários e é importante obter uma avaliação independente para obter uma opinião objetiva do valor da casa que você está construindo. Contrate um corretor imobiliário para que ele faça uma avaliação para você ou pesquise um pouco o valor de casas para ter uma base comparativa na região onde você quer construir sua residência.Lembre-se de não deixar de lado a eficiência energética.

Equipe sua casa com energia eficiente sistemas de aquecimento e refrigeração, eletrodomésticos, janelas e isolamento térmico. Uma vantagem de ser capaz de construir uma casa nova é que é mais barato para operar e manter do que uma casa antiga, se ele estiver bem construída e for eficiente com o uso da energia. As opções de economias são várias, podendo começar com um aquecedor solar para a água do chuveiro e indo até a calhas de água que recolhem as águas da chuva para você poder lavar calçadas e regar plantas.

Outra cosia que é interessante é você pesquisar sobre o material que irá utilizar na construção de sua casa. Às vezes optamos por economizar em algumas compras e que podem resultar em problemas muito caros no futuro. Preze sempre pela qualidade, mesmo que ela custe um pouco mais caro. O objetivo é economizar com sabedoria, e não fazer com que sua casa seja feita com produtos de qualidade duvidosa.

É importante que antes de fazer um projeto com um arquiteto, você anote os desejos para sua nova residência, deixando claro tudo que precisa para que ele não inclua nada ou tire coisas que não sejam satisfatórias para seu gosto. Pesquise também pelos preços de arquitetos, onde você pode salvar mais um dinheiro antes da construção. Alguns fazem pacotes mais baratos por incluírem também a construção da casa, o que pode ser uma vantagem em alguns casos.

Tome cuidado ao comprar um terreno pesquisando um pouco na região em que deseja ter sua casa. Existem alguns lugares que tem limitações legais para construções ou precisam de licenças específicas para qualquer nova residência. Pesquise todos os valores agregados à sua compra para não ser pego de surpresa com custos ocultos.

Construir uma casa própria é a oportunidade dos sonhos de muitas pessoas. Portanto, faça bom proveito de sua construção e boa sorte nessa nova empreitada de sua vida!

Fonte: www.creditooudebito.com.br