Dicas para projeto de iluminação com gesso

Dicas para projeto de iluminação com gesso

Além de esteticamente bonitas e elegantes, as placas de gesso são muito práticas e versáteis. Aliadas à iluminação, trazem requinte e charme aos ambientes. Além do rebaixamento, é possível fazer molduras, sancas, cortineiros e embutir luminárias e lâmpadas conforme projeto luminotécnico.

A iluminação é um dos elementos que mais precisam ser considerados em um projeto arquitetônico.  Para maior conforto, ela precisa ser adequada a cada ambiente, já que cada um deles demanda um tipo certo de luz e intensidade. Um projeto de iluminação pode ajudar muito nessa missão, definindo qual será a proposta de cada ambiente: passar um ar mais romântico, alegre, intimista ou aconchegante, sempre pensando na funcionalidade do cômodo.

Para o hall de entrada, por exemplo, o ideal é que a luz seja mais convidativa e aconchegante. Na sala de estar, deve-se considerar que se trata de um ambiente mais social, além de ser usado para o entretenimento da família. Por isso, ela pede uma luz confortável aos olhos. Com toda a sua particularidade, a sala de jantar permite várias possibilidades, como luzes baixas para um ar romântico ou iluminação ampla para uma reunião de amigos.

O interessante de trabalhar a luz é poder direcioná-la para destacar objetos da decoração, valorizar algum espaço, personalizar a casa ou trazer foco a um mobiliário específico.  A iluminação embutida ainda tem como vantagem aquecer menos e não ofuscar tanto quanto a iluminação convencional.

Há alguns anos era comum encontrar detalhes nos forros, como molduras e curvas. Porém, a atual tendência para aplicação de gesso é a simplicidade, sem exagero nos desenhos ou detalhes rebuscados. Os projetos modernos estão cada vez mais retos, contemporâneos e contam com tecnologias avançadas.

Trabalhando a iluminação

Para que a iluminação seja embutida, é necessário que o pé direito do ambiente perca no mínimo 12 cm com o rebaixamento de forro de gesso, possibilitando assim a passagem de cabos e caixas das luminárias. É importante que o projeto elétrico esteja previsto antes da execução do forro, para assim determinar quais circuitos existirão e como serão acionados pelos interruptores. No projeto também são definidas as posições exatas de cada luminária.

Muito utilizados no forro de gesso, os modelos de spots são pequenas luminárias que podem direcionar a luz ou complementar a iluminação de forma sutil.

As sancas são molduras feitas com o próprio gesso e instaladas no ponto em que o forro e a parede se encontram. Podem ser com ou sem iluminação.

Os cortineiros são feitos para embutir os trilhos das cortinas, também podem ser iluminados ou não.

Os rasgos de luz também são feitos com o próprio gesso, como sancas invertidas, e normalmente se localizam no meio do ambiente, criando uma iluminação mais difusa.

Recomendações

  • O projeto luminotécnico deve ser pensado antes da execução do forro de gesso. É fundamental que ele seja elaborado por um profissional capacitado. Conte com um arquiteto ou designer de interiores para isso, pois ele saberá valorizar o ambiente e os detalhes;
  • Toda a fiação elétrica, cabos de aparelhos de som e tubulação de ar-condicionado devem ser instalados por um técnico eletricista antes da aplicação do forro de gesso;
  • Ao invés de usar apenas o modelo liso, inclua detalhes e desenhos com cortes no forro de gesso. Isso dá personalidade e um charme a mais no ambiente;
  • Para um melhor acabamento, o projeto de forro deverá prever molduras ou tabica (espaço de 2 cm entre a parede e o forro);
  • Não fixe lustres pesados diretamente no forro. Aposte em um reforço estrutural na área em que o pendente for previsto;
  • Se possível, trabalhe com rebaixo de teto de no mínimo 15 cm. Assim é possível utilizar a iluminação embutida e facilitar a passagem da fiação;
  • Evite deixar móveis, objetos e cortinas no local, mesmo que protegidos. A aplicação de gesso gera muita sujeira. Por isso, procure uma maneira de liberar o ambiente e forrar o piso com papelão ou lona;
  • Procure conhecer os trabalhos já executados pela empresa a ser contratada. Avalie a qualidade e a confiabilidade do serviço. Além disso, verifique se a empresa faz a limpeza do local ou se a remoção e destinação do entulho ficará por sua conta;
  • Contrate um bom profissional de pintura para o acabamento final;
  • Não pinte o gesso sem que ele esteja completamente seco e sem antes aplicar o fundo especial para gesso.

Toda a casa fica parecendo nova e muito mais aconchegante com um charme especial. Aposte nessas dicas e aproveite dessa dose extra de conforto e elegância no seu lar.

 

Fonte: http://www.acasaarquitetura.com.br/dicas-projeto-iluminacao-com-gesso/

10 Dicas de obras e reformas

10 Dicas de obras e reformas

É um paradoxo. Ter a casa dos sonhos, especialmente planejada para cada morador, é um anseio quase que unânime. Ao mesmo em que a maioria das pessoas têm calafrios só de pensar no trabalho que dá realizar uma reforma.

Tal impasse pode adiar ou até mesmo anular os planos de reformar, construir ou dar aquela renovada nos ambientes. Mas seguindo algumas dicas, é possível reformar a casa gastando pouco e encarar as obras com tranquilidade e segurança. Confira 10 dicas de obras e reformas que farão toda a diferença no processo e no resultado final das intervenções.

1 – Faça um bom planejamento

Planejar é o primeiro passo no caminho certo para que tudo corra bem. Desenvolver um bom projeto de arquitetura é o início de uma reforma ou construção de sucesso e funciona como instrumento eficaz para a economia.

A função de um projeto é definir tudo o que será feito, desde a criação até a execução da reforma. Defina com clareza o que você deseja e precisa, compile referências e coloque tudo na ponta do lápis. Assim, você terá uma noção do custo global da reforma e será mais fácil decidir o que realmente será feito. As perdas geradas pela falta de um projeto ou por projetos mal feitos são enormes e vão da escolha de materiais inadequados ao retrabalho, o que significa dinheiro jogado fora. Para evitar problemas, conte com os serviços de um arquiteto!

2 – Procure um profissional capacitado

Para desenvolver um ótimo projeto, é necessária a intervenção de um bom profissional de arquitetura. Ele é a pessoa mais apta a ajudar a definir desde os primeiros passos até a entrega final da obra. Em conjunto com o proprietário, é sua responsabilidade desenvolver um bom planejamento, que abranja todos os detalhes e cuidados necessários pra que tudo se desenvolva da melhor maneira possível.

3 – Pesquise, pesquise e pesquise

Com o projeto e a lista com o detalhamento dos materiais em mãos, chega a hora de pesquisar os preços e negociar a forma de pagamento. Lembre-se sempre: muitas vezes, o barato sai caro! A ajuda do arquiteto nessa etapa é fundamental, já que ele é capacitado para aliar preço, qualidade, estética e harmonia e encontrar as melhores peças e soluções. Ele irá adequar o que você precisa e deseja ao orçamento disponível para manter tudo sob controle, evitando prejuízos. Pesquise e faça vários orçamentos antes de fechar um pedido.

4 – Contrate uma mão de obra especializada

Em uma obra, a mão de obra é responsável tanto pelo sucesso dos detalhes finais, quanto por um possível desastre total. Por isso, o ideal é que haja, com a ajuda do arquiteto, a contratação de uma equipe especializada para que tudo corra bem.

Há no mercado uma enorme variação de preços de execução. Você pode contratar uma empreiteira ou algum pedreiro indicado por pessoas confiáveis. O que varia os valores é o nível de especialidade de cada profissional. Opte por aqueles que possuem referências, que trabalhem sob contrato e cumpram a legislação em vigor.

5 – Não abra mão do acompanhamento da obra

Para que sua obra saia como projetado, é importante que o arquiteto acompanhe o desenvolvimento em visitas periódicas em todas as etapas da intervenção. Dessa forma, se houver algum problema inesperado, você sempre terá um profissional ao lado para resolver a questão sem desespero.

Um bom profissional estará apto a prestar supervisão, coordenação, gestão e orientação técnica. As visitas são diretamente combinadas com o cliente, e a frequência varia de acordo com a fase da obra, podendo ocorrer de duas vezes por semana a uma vez por mês.

6 – Monte um cronograma

O serviço de administrar uma obra vai muito além de comprar os materiais que os prestadores solicitam. Antes do início, é importante reunir todos os envolvidos e questionar datas e prazos e o que poderá acontecer de imprevistos durante a obra. A compatibilização dos serviços.

Para defini-lo, converse com o seu arquiteto e exponha suas necessidades. Ele alinhará as datas ao desenvolvimento da obra, considerando detalhes como compra e entrega de materiais e jornada de trabalho dos profissionais envolvidos.

7 – Fique de olho nos EPI’s

Verifique se os profissionais envolvidos possuem equipamentos de proteção individual (EPI). Assim, é possível manter a segurança de todos na obra. São exemplos de EPI’s: luvas, capacete, óculos de segurança, coletes e botas.

8 – Se prepare para as adversidades

Transtornos fazem parte de qualquer obra. É inevitável, então se cerque de profissionais capacitados. Muitas vezes se prevê a alteração de alvenarias, pontos elétricos e rede hidráulica, e são esses profissionais que vão resolver os problemas que vierem pela frente sem maiores dificuldades.

9 – Evite colocar vários fornecedores trabalhando juntos

Colocar vários fornecedores trabalhando juntos, como em assentamento de piso e forro de gesso, dificulta o controle da qualidade dos trabalhos. Muitas vezes, um atrapalha o outro. Então, o melhor é que um trabalho seja realizado e avaliado de cada vez.

10 – Faça uma boa limpeza pós-obra

Não há como desassociar obra de sujeira. Com a finalização, pode acontecer de a pintura ter respingado o piso, massa corrida nos azulejos… O ideal é que se faça uma limpeza pesada após a reforma.

Tome cuidado com os materiais a serem utilizados: alguns podem ser incompatíveis com o tipo de piso assentado, outros podem danificar a pintura. Existem algumas empresas especializadas nesse tipo de limpeza. Na dúvida, não arrisque. Conte com o serviço desses profissionais.

Seguindo essas dicas, não tem erro. Embarque com tudo na delícia que é renovar a casa e desfrutar de um resultado que deixará o seu lar ainda mais aconchegante.

fonte: http://www.acasaarquitetura.com.br/10-dicas-de-obras-e-reformas/

Passo a passo de como trocar seu chuveiro!

Passo a passo de como trocar seu chuveiro!

Ninguém merece depender de um técnico para coisas simples, como trocar um chuveiro, não é mesmo?! Então se você ainda não tem conhecimentos sobre consertos básicos, prepare-se e leia com atenção o guia que montamos para você. Vamos lá!

Lista de materiais

  • Chave de fenda
  • Fita veda-rosca
  • Fita isolante
  • Chuveiro elétrico

Atenção! Antes de começar o procedimento de troca verifique algumas coisas!

  • Desligue o disjuntor do banheiro no quadro de distribuição da sua casa.
  • Confira se as torneiras do chuveiro estão realmente fechadas. Para garantir que sim, feche o registro de água. Após isso, remova as fitas isolantes que estiverem nos fios do chuveiro.

1º Passo

Usando a chave de fenda, desconecte os fios que ligam o chuveiro à rede elétrica. Atente-se, pois são 3 fios: apenas dois deles são para a rede elétrica e o outro é um fio terra (de cor verde). Feito isso, remova o chuveiro antigo do cano, segurando com firmeza o cano que sai da parede, para evitar que ele se quebre.

2º Passo

Utilizando a fita veda-rosca, dê pelo menos 8 voltas de fita nas duas extremidades do cano e instale o chuveiro novo.

3º Passo

Agora, usando a chave de fenda, parafuse os novos fios no conector, apertando bem para que o fio não corra risco de derreter. Para vedar todas as conexões, use a fita isolante. E para finalizar, é só colocar o chuveirinho.

Finalizando

Pronto! Você instalou o chuveiro. Agora, abra o registro e deixe a água fria escorrer um pouco antes de ligar a chave geral novamente. Ah, verifique também se não há vazamentos ocorrendo também!

Agora que você sabe trocar um chuveiro não tem porque ficar com medo da sua ducha queimar no inverno! Acompanhe as próximas dicas aqui no blog do Grupo da Construfran. Até a próxima!

Fonte: https://blog.casashow.com.br/category/faca-voce-mesmo/

5 dicas para aplicar massa corrida

Quem nunca teve aquela vontade de reformar a casa, mudar uma coisa ali, fazer uma manutenção aqui e se sentiu inseguro para fazer o reparo sem a ajuda de um profissional? De fato, muitas vezes a manutenção da casa parece um bicho de sete cabeças, mas é só questão de informação para economizar um bom dinheiro com pedreiro e colocar a mão na massa, mesmo que sem experiência. Como tudo na vida tem a sua primeira vez e estes processos são uma questão de prática, consertar uma torneira pingando ou aplicar massa corrida na parede são tarefas distintas, mas igualmente estimulantes para o marinheiro de primeira viagem disposto a realizar pequenas reformas sozinho.

Com as nossas dicas, aplicar massa corrida vai se tornar algo bem mais simples do que você imagina. Saiba como fazer:

Prepare (muito) bem a parede

O segredo para deixar a massa corrida lisinha, sem desníveis na superfície, é a preparação eficaz da parede. Para isso, é necessário caprichar e lixar bastante para depois passar um selador. Paredes internas devem receber massa corrida pura. Já as externas devem ser emassadas com massa acrílica. Em paredes velhas que estejam “esfarelando” ou soltando pedaços, a finalização deve ser realizada com fundo preparador de paredes.

Verifique se a parede não tem buracos ou imperfeições – depois da aplicação, estes defeitos ficam mais aparentes. Reboques com rebarba precisam de uma passada de espátula ou lixa de ferro número 40.

Escolha a ferramenta certa para a aplicação

Espátula, compressor industrial ou desempenadeira: o resultado final depende bastante da escolha da ferramenta para a aplicação da massa corrida. No caso das desempenadeiras, há modelos específicos para diferentes tipos de acabamento e fins, como o nivelamento, alisamento ou decoração da parede. Para o nivelamento, são recomendadas as desempenadeiras lisas, superlisas ou com espuma. Já os acabamentos decorativos pedem modelos para efeito grafiato ou com glaze e gel.

Se você deseja uma ferramenta mais versátil, opte pelas desempenadeiras com função dupla, como as com borracha e as feitas para texturização.

Use luz para corrigir imperfeições

Uma dica que auxilia bastante o processo de aplicar massa corrida é ter uma lâmpada bem próxima enquanto o trabalho é feito, permitindo visualizar os defeitos com mais facilidade. Faça uso da luz em diferentes níveis para se certificar do resultado.

Faça a limpeza do local

Depois de lixar bem a parede, passe uma vassoura para tirar a poeira. A massa demora aproximadamente quatro horas para secar, a depender das condições climáticas. Assim que a massa corrida estiver bem seca, passe um pano seco na parede para limpar e, em seguida, um úmido para tirar a poeira. É importante usar uma máscara durante todo o processo para não respirar a poeira,  nem da parede e nem da massa.

Tenha cuidado na hora da aplicação

Se a massa estiver dura, dilua o material em água até que fique cremoso. Porém, nunca misture água salobra ou cal, já que estes itens estragam a pintura. Quanto à aplicação da massa, você pode escolher fazê-lo vertical ou horizontalmente – o truque é espalhar a massa corrida até um metro e meio, iniciando de onde começou e tirando o excesso até onde você terminou. Faça isso em toda a superfície para deixar o acabamento mais bonito. Este procedimento tapa todos os poros do reboco. Para lugares altos, utilize uma escada ou um andaime.

Reaplique a massa corrida após três minutos e repasse com a desempenadeira para retirar as rebarbas. A segunda demão deve ser passada somente após a primeira ter secado por completo. Para garantir que a parede fique bem lisa, volte a lixar no dia seguinte com uma lixa 220.

E você, gostou das informações? Já havia aplicado massa corrida antes? Apesar de realmente não ser um “bicho de sete cabeças”, o processo requer algum conhecimento prévio e alguns macetes técnicos como os deste artigo.

Deixe suas dúvidas e experiências nos comentários e bom trabalho!

 

Fonte: https://blog.casashow.com.br/5-dicas-aplicar-massa-corrida/

Saiba como escolher portas e janelas para sua casa

Escolher portas e janelas é sempre motivo de dúvida na hora de construir ou reformar a casa. Além de decorativos, as portas e janelas têm que se adequar com o projeto arquitetônico e serem práticas e funcionais.

O primeiro passo é conhecer as características e o espaço do imóvel

Assim, será possível prever as necessidades do isolamento acústico, térmico e proteções contra ventos e insetos, por exemplo.

A partir disso, deve-se escolher o material das portas e janelas da casa. Segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Esquadrias de Alumínio, as portas e janelas de madeira e aço são as preferidas do brasileiro, seguidas de alumínio e PVC.

Depois de escolher as portas de janelas para sua casa, observe o posicionamento das janelas. Veja se elas trazem a claridade suficiente, durante o dia, a ponto de não ser preciso acender uma lâmpada sequer (aliás, elas demandam custos maiores e são mais cansativas que a luz natural). Se estiver construindo, atente-se para esse ponto e veja ainda como é a localização da casa com relação ao trajeto do sol. Que horas os raios entram nos cômodos para aquecê-los? Caso você já more em um lugar escuro, o jeito é buscar na decoração a saída para agregar leveza e claridade. Comece observando as portas e as janelas.

A porta de entrada da casa, será o cartão de visita da mesma, por isso, deve receber atenção especial.

As mais comuns são as de madeira, sem muito adorno e que abrem pra dentro. Na dúvida, opte por modelos mais convencionais com detalhes simples que não perderão o charme com o tempo devido ao estilo causal.

Já quem prima pela iluminação natural do ambiente, deve apostar em portas de vidro.

Caso as portas e janelas sejam de madeira, pense na possibilidade de pintá-las de um tom claro. É por meio dos tons suaves que se pode brincar com as nuances mais fortes nos detalhes e nos objetos decorativos. Por isso, a dica é: invista em revestimentos claros.

As janelas normalmente segue o mesmo estilo da porta principal. Porém, caso a porta seja de madeira é possível utilizar outros materiais nas janelas, devido a versatilidade do material. Hoje em dia, é possível comprar modelos prontos de portas e janelas ou encomendá-las sob medida.

Confira os prós e contras de cada tipo de material:

Ferro e aço: são super-resistentes, mas precisam de manutenção constante para evitar ferrugens.

Madeira: ótima para locais que exijam maior isolamento térmico, Deve ter manutenção constante para evitar danos devido à umidade, raios solares e cupins.

Alumínio: destaca-se pela fácil manutenção e resistência ao mesmo tempo. Não oxida, é mais leve, econômica e fácil de projetar e executar. Porém, não é recomendada para todos os tipos de ambientes.

PVC: é durável, de fácil manutenção e proporciona ótimo isolamento acústico. Porém, pode desbotar e não é aconselhável em áreas de condições climáticas mais intonsas com muita chuva e vento, por exemplo.

Agora é só optar pela que fica melhor no seu lar. Aproveite a variedade de portas e janelas no Grupo Construfran e boas compras!

Até a próxima!

Fonte: http://buscar.casashow.com.br/

Acerte na iluminação da cozinha

Acerte na iluminação da cozinha

A cozinha é o espaço onde dedicamos muito tempo preparando e nos deliciando com as refeições. É um lugar social da casa, que merece uma iluminação especial e bem pensada.

Esse ambiente deve ser sempre muito iluminado para as tarefas do dia a dia. Para isso, nada melhor do que aproveitar ao máximo a luz natural. Ela é econômica, sustentável e ainda saudável.

Na hora de escolher as luzes, é preciso pensar que os eletrodomésticos, o piso e os vidros geralmente têm um índice de reflexão bem alto. O ideal é ter uma iluminação direta, com um ponto de iluminação central utilizando luminárias, lustres e plafons. Evite fachos de luz muito marcados, que possam criar zonas de sombra no ambiente.

As luzes indiretas podem complementar a cozinha. Os spots, as sancas e as fitas de led são ideais para essa função.

As luminárias pendentes devem ser usadas com cautela. Geralmente, elas são mais úteis para áreas amplas e sobre as bancadas ou ilhas.

Se a cozinha for integrada com a sala, escolha o mesmo estilo e temperatura de cor das luzes para os dois ambientes.

 

Ah, e é claro, tudo o que você precisa para deixar a iluminação da sua cozinha maravilhosa está no site das empresas do Grupo Construfran!

 

https://blog.casashow.com.br/acerte-na-iluminacao-da-cozinha/

 

Cozinha integrada com a sala: saiba escolher o piso ideal

Cozinha integrada com a sala: saiba escolher o piso ideal

A princípio, ter a cozinha integrada com a sala era uma opção para os lares com espaço restrito. Hoje, esse estilo é um sucesso aplicado em casas de todos os tamanhos.

Entretanto, sempre surgem algumas dúvidas ao optar por essa integração. Uma delas é qual o tipo ideal de piso para os dois ambientes. Na verdade, não existem regras. Vai depender muito do seu gosto e do estilo de decoração do local, mas é possível escolher entre o mesmo piso ou pisos diferentes para ambos os lugares.  

Dois ambientes, o mesmo piso

Colocar o mesmo piso na cozinha integrada com a sala cria uma decoração leve, fluida, limpa e com uma unidade visual decorativa. Além disso, como a sensação de amplitude é bem maior, essa opção se torna a melhor para apartamentos pequenos.

Para demarcar a separação dos dois ambientes, as soleiras são muito utilizadas. Elas podem ser de cor igual ou semelhante ao piso, tornando a marcação mais delicada e elegante, ou com tons diferentes para que chamem atenção e mostrem mais personalidade.

Outro detalhe que ajuda a demarcar espaço na integração da sala com a cozinha são os tapetes. Eles auxiliam a setorizar o local, além de se tornarem decorativos também.

Dois ambientes, pisos diferentes

Quando você opta por colocar pisos diferentes em ambientes integrados, é preciso pensar que isso dará a sensação de que o espaço é bem menor. 

Os limites entre os tipos devem ser desenhados, seja com ou sem o uso de soleira da cor e do estilo de um desses pisos. Esse é o momento de criar efeitos diferenciados com a divisão dos espaços.

E aí, você tem ou pretende ter a cozinha integrada com a sala dessa forma? Se precisar trocar os pisos, já sabe: é só entrar nos sites que compõe o Grupo Construfran!  

 

Fonte: https://blog.casashow.com.br/cozinha-integrada-com-a-sala-saiba-escolher-o-piso-ideal/

Parede de cimento queimado: confira nossas dicas para ter essa tendência na sua casa!

Parede de cimento queimado: confira nossas dicas para ter essa tendência na sua casa!

Deixar uma parede com textura pode levar muito tempo e dar muito trabalho pra você. Porém, uma das tendências do momento que não requer muito esforço para ser realizada é a parede de cimento queimado! Muito simples de ser executada, essa técnica dá um ar de decoração industrial ao seu cômodo. Quer ver o passo a passo? Confira nossas dicas!

Você vai precisar de:

  • Cimento
  • Espátula
  • Desempenadeira
  • Resina a base de água
  • Adesivo de alto impacto
  • Lixa 220 
  • Fita crepe

 

Passo 1

O primeiro passo para dar esse acabamento lindo para sua parede é misturar o cimento com o adesivo, obtendo uma textura próxima ao de massa acrílica, que é bem mole. O ideal é que você a mexa até ela ficar lisa.

Passo 2

Agora é hora de aplicar essa pasta na parede! Primeiro, coloque um pouco da massa na ponta da desempenadeira, e logo em seguida aplique-a na parede, cobrindo tudo e deixando tudo o mais liso possível. Tome cuidado, nos cantos o material deve ser aplicado com delicadeza. Uma boa ideia é marcar o local com fita crepe.

Atenção! Quando o material começar a secar, é provável que alguns pontos na parede acabem ficando sem massa. Mas não se preocupe, pois para corrigir isso basta aplicar mais um pouco da pasta diretamente no local onde há necessidade de reparo.

Passo 3

Feitos os reparos, é hora de esperar toda a parede secar. O tempo aproximado para que isso aconteça é de até 2 horas. Quando tudo secar, use uma lixa para retirar as imperfeições e assim dar um aspecto liso para sua parede. Para tirar o pó, use um pano úmido e passe levemente.

Finalizando!

Após o cimento secar totalmente, o que levará em média metade de um dia, usando um rolo de lã, aplique a resina a base de água para proteger e dar brilho na sua parede. Para cada leva de resina, mais brilho terá a sua parede.

Agora é só aproveitar a sua linda parede de cimento queimado! Para complementar o ambiente, deixe a decoração mais sua cara possível.

Achou que nosso tutorial foi bom, confira mais dicas aqui no blog do Grupo Construfran! Até a próxima.

Fonte: https://blog.casashow.com.br/category/decoracao/

O guia completo para planejar a reforma da casa

O guia completo para planejar a reforma da casa

Infelizmente, os gastos, o entulho e a quebradeira são mesmo inevitáveis em qualquer tipo de obra, seja ela de construção ou de reforma da casa. Mas a boa notícia é que grande parte dessa dor de cabeça pode ser evitada, ao fazer um bom planejamento. Com a elaboração de um projeto antes de efetivamente colocar a mão na massa, você consegue minimizar os riscos de imprevistos, desperdícios, atrasos e despesas excessivas, além de também diminuir a necessidade de possíveis retrabalhos.

Por tudo isso e muito mais, não dá para negar que a falta de planejamento é um dos principais motivos que levam as pessoas a gastarem mais do que poderiam e a demorarem mais do que gostariam ao construir ou reformar. E foi exatamente pensando em ajudar a evitar problemas na sua obra e reformar sua casa com mais tranquilidade que resolvemos preparamos este guia, com algumas dicas simplesmente infalíveis de planejamento. Curioso? Então confira:

 

Defina o escopo da sua obra

Um bom planejamento depende primeiramente da definição do escopo da obra, uma vez que a reforma da casa pode acabar se revelando um verdadeiro fiasco se você não souber o que é preciso fazer desde o início. Nesse caso, é possível que você tenha que, posteriormente, gastar um bom dinheiro extra para implementar mudanças no meio do caminho. Assim, nada de comprar os materiais ou contratar mão de obra sem antes definir os objetivos da reforma, que cômodos serão reformados, o que será feito em cada espaço, se a reforma terá fins estéticos ou estruturais, se o piso será quente ou frio, se as partes elétrica e hidráulica serão alteradas e assim por diante.

Acredite: é um erro iniciar a reforma sem ter metas claramente estipuladas! Pular essa etapa quase sempre gera indecisões e falhas potencialmente graves durante o processo. E por mais que seja bastante comum, o ideal definitivamente não é deixar as reformas tomarem seu próprio rumo. Quem nunca teve a brilhante ideia de acrescentar algo não previsto ou quebrar uma parede a mais depois que a reforma já começou? Pois a verdade é que, sem dúvida nenhuma, esse tipo de mudança acaba comprometendo o projeto e pode vir a colocar a obra inteirinha a perder. Melhor tomar os cuidados necessários então, não acha?

Divida o projeto em etapas

Uma boa estratégia para facilitar o planejamento da reforma é fazer um cronograma do projeto e dividi-lo em etapas. Essa medida otimiza o tempo, aumenta a organização da obra e até eleva a produtividade da equipe envolvida. Você deve, por exemplo, começar por um quarto, partir para o outro quarto, seguir para cozinha e depois para o banheiro. Prever esse fluxo simplifica até mesmo o suprimento dos materiais de construção e, claro, o controle dos gastos!

Mas quando o assunto é reforma da casa, há quem prefira começar pelos cômodos que estão em pior estado e quem opte por resolver logo as áreas de convivência e os ambientes mais usados no dia a dia dos moradores. De fato, qualquer escolha é válida, porque não há regras nesse caso! Cada um inicia a obra por onde achar melhor, independentemente do ambiente precisar sofrer muitas ou poucas alterações, ser mais ou menos usado.

Procure auxílio profissional

Serviços de pintura, redecoração, montagem de decks ou instalação de bancadas só demandam a ajuda de profissionais na execução do serviço em si, não sendo preciso pensar em um grande planejamento para essas pequenas reformas. Já se a obra for maior e mais complexa, envolver alterações estruturais e quebradeira, é melhor recorrer a engenheiros e arquitetos desde o início, a fim de garantir a segurança e a qualidade da obra.

De modo geral, esses profissionais cobram entre 5% e 10% do valor total da reforma da casa, mas, no final das contas, esse investimento que a princípio parece extra acaba de fato representando uma economia, já que a participação desses profissionais diminui — e muito! — os riscos de a reforma ter que ser refeita. Lembrando que os bons arquitetos e engenheiros elaboram o projeto, ajudam a aprimorar planejamento, auxiliam na definição de custos, orientam sobre as melhores escolhas, evitam alterações que venham a desvalorizar o imóvel e pensam em mudanças que não comprometam tanto a planta original.

Faça uma previsão de custos

Uma parte importantíssima do planejamento de uma reforma é a previsão de custos e a definição de gastos. Então avalie o quanto antes suas reais condições financeiras e estipule um teto para as despesas. Feito isso, procure não se distanciar desse limite de gastos.

Para ser fiel a seu orçamento original, coloque as contas no papel, pesquise e compare preços, negocie antes de fechar as compras, estude formas de pagamento, busque o melhor custo-benefício possível — tanto em relação ao material quanto em relação à mão de obra, — anote os gastos, guarde as notas fiscais, evite compras por impulso e use aplicativos e planilhas para controlar tudo o que entra e o que sai da obra.

Meça os cômodos de forma precisa

Se a obra é simples e você não tiver um projeto formal em mãos com todas as medidas dos cômodos, pegue sua trena caseira mesmo e meça com o máximo de precisão as dimensões do espaço. Esse cuidado inicial é imprescindível para comprar a quantidade ideal de materiais, sem deixar faltar e muito menos sobrar. Anote essas medidas direitinho, faça os cálculos, revise o orçamento e só depois parta para as compras!

Evite erros típicos

Quem reforma está sempre sujeito a errar, por mais que a intenção seja acertar. Não quer correr o risco de comprometer seu projeto por falhas desnecessárias? Então conheça agora mesmo esses possíveis erros e fuja deles a todo custo:

  • Contratar a mão de obra e comprar os materiais sem antes pesquisar os custos e verificar a qualidade ou a reputação dos produtos e serviços é um erro de iniciante mais comum do que você imagina. Imagine a dor de cabeça de contratar um pedreiro que diz fazer tudo, mas que na verdade é especialista em pisos e não domina as demais atividades que você precisa que ele execute!
  • Começar a obra sem analisar as reais possibilidades de comprometimento da sua renda também é um erro e tanto, já que obras de construção e reforma podem custar bem mais que o inicialmente previsto. E atenção: por mais que você planeje bem, evitando que o orçamento não estoure tanto, ainda deve contar com um valor extra para imprevistos.
  • Querer fazer tudo sozinho pode levar a um arrependimento desmedido. Tudo bem que você sabe pintar, tem habilidade para consertar uma pia entupida ou fazer pequenos reparos, mas isso definitivamente não o torna apto para reformar a casa toda! Por isso, é preciso, sim, recorrer a pessoas experientes para evitar desperdícios e falhas na execução.                                                                                                                                                                                                                                                                                                    Fonte: http://blog.casashow.com.br/planejando-reforma-confira-5-dicas-nao-estourar-orcamento/
7 dicas para planejar uma reforma sem estourar o orçamento

7 dicas para planejar uma reforma sem estourar o orçamento

Veja como projetar a reforma do seu imóvel sem extrapolar gastos e prazos

Veja como projetar a reforma do seu imóvel sem extrapolar gastos e prazos
Um dos pré-requisitos mais importantes para um projeto ser executado com excelência é o planejamento. E com a reforma da sua casa não pode ser diferente. A falta de planejamento é o que leva muita gente a gastar mais dinheiro e tempo do que o previsto com a obra. Veja a seguir sete dicas para fazer um bom planejamento para a sua reforma.

1 Defina o escopo da reforma para evitar mudanças depois que a obra já começou

Sem saber o que você quer fazer, a reforma pode ser um fracasso. Parece algo óbvio, mas apenas com uma vaga ideia, muita gente já começa a comprar as tintas e outros materiais, sem ter definido quais cômodos do imóvel serão reformados. Por isso, antes de qualquer coisa, é importante que você reflita com calma sobre o que será feito, pesquisando referências e colocando no papel os objetivos do projeto.

“Não determinar bem o que vai ser feito é o principal erro em relação à reforma. A pessoa começa com uma pequena ideia e no meio acontece aquela típica situação: ‘Já que estamos aqui, vamos quebrar mais uma parede ou aumentar esse ambiente’. Quando a pessoa vê, ela já saiu do planejamento inicial e é aí que o orçamento estoura.

É importante, portanto, decidir questões como: se o piso será frio ou quente, se será de madeira ou cerâmica ou se, com a reforma da cozinha, será feita uma reformulação da estrutura elétrica para suportar um maior gasto de energia.

2 Divida o projeto em etapas

Para facilitar o planejamento, é essencial que seja feito um cronograma do projeto. Em uma obra residencial é preciso definir as etapas do projeto por cômodo. Por exemplo: primeiro o quarto um, depois o quarto dois e por fim o banheiro. Em seguida, é preciso discriminar tudo que será feito por cômodo. Isso ajuda na preparação do orçamento do material e da mão de obra.

3 Consulte um profissional

Tanto definir o escopo da reforma, como o cronograma da obra, são questões que podem ser complexas para alguém que não tem experiência. Por isso, se a reforma não for algo simples é altamente recomendável consultar um engenheiro ou arquiteto para assessorá-lo.

Segundo um artigo do Instituto Brasileiro de Desenvolvimento da Arquitetura (IBDA), um profissional contratado para projetar a obra pode cobrar entre 5% do valor total da reforma.
Além de aprimorar o planejamento da obra, ajudando a definir custos, prazos e execução, esses profissionais podem dar dicas ou orientações que evitem que a reforma comprometa a estrutura do imóvel. Podem, ainda, alertar o proprietário sobre mudanças que venham a desvalorizar o imóvel posteriormente. Uma reforma que mude a planta do imóvel, por exemplo, pode fazer sentido para o atual morador, mas pode gerar uma perda de valor em uma futura venda.

Apesar de ser um custo a mais, o auxílio de profissionais evita gastos desnecessários e pode compensar o investimento, uma vez que a execução é feita da melhor forma possível.

4 Não compre nada antes de estabelecer exatamente o planejamento da reforma

Outro erro muito cometido por quem faz reformas é comprar os materiais antes do tempo. “A pessoa vê uma promoção de tinta e compra, mas a tinta só vai ser usada em seis meses e aí falta verba para outra coisa mais urgente dentro do cronograma, o que gera um descontrole financeiro”, afirma.

5 Pesquise os custos dos materiais e da mão de obra

O planejamento da reforma deve incluir a pesquisa sobre os custos com materiais e mão de obra. Além de contar com a ajuda de profissionais, as buscas podem ser feitas em lojas de materiais de construção ou pela internet.
A cotação da quantidade de materiais necessária segundo as dimensões da superfície da obra, além de calcular o custo médio de reformas hidráulicas, elétricas, de pinturas etc. de acordo com a área a ser construída e o padrão da obra (alto, médio ou popular).

As pessoas sempre subestimam os gastos com mão de obra. Elas acham que o pedreiro faz tudo, mas depois percebem que o pedreiro só faz a parte bruta da obra. Para instalar um novo piso é preciso um profissional especializado, assim como para o encanamento etc.”, diz.
Ele explica que, para colocar um piso de porcelanato, por exemplo, o custo da mão de obra é pelo menos 20% superior ao da instalação de um piso cerâmico, porque no primeiro caso o profissional precisa ter uma habilidade muito maior e usa ferramentas específicas para o corte do material. “Quem não tem esse conhecimento acha que vai gastar um valor, compra o material, mas quando contrata a mão de obra vê que o custo para instalação é 50% maior”.

6 Avalie a capacidade de comprometimento da sua renda com a obra
Dependendo da reforma, ela pode custar o equivalente a um novo imóvel. Por isso, se os gastos não forem planejados, você corre o risco de precisar conviver com uma parede pela metade, ou com um piso inacabado. Depois de definir, portanto, qual será o escopo da obra, o prazo e o valor que será investido, é hora de pensar na sua capacidade de comprometimento.
É importante que o proprietário faça uma análise da sua situação financeira para verificar se a reforma, quando somada a outras eventuais dívidas, não pesaria demais no seu orçamento mensal.

7 Estude as formas de pagamento

Se houver a possibilidade de fazer o pagamento à vista, essa sempre será a melhor opção, já que você poderá conseguir melhores descontos e se livrará de um comprometimento futuro com a obra.
Caso o proprietário não tenha em mãos quantia suficiente para realizar a reforma, vale a pena poupar o valor necessário para fazer o pagamento em parcelas únicas depois, se for possível esperar.
Mas, se a reforma precisar ser feita com urgência, existem empréstimos criados especificamente para este fim, ainda que as taxas deixem tudo mais caro.
Esses empréstimos geralmente têm taxas de juros mais altas do que as de financiamento de imóveis, por não terem a propriedade como garantia, mas podem ter taxas mais baixas do que a de empréstimos pessoais sem fins específicos, que têm riscos indefiníveis e, portanto, representam menor segurança para os bancos.

Banco do Brasil, Caixa, Itaú e Bradesco possuem linhas de crédito específicas para reformas e/ou para compra de materiais de construção.

Vale a pena fazer simulações dos custos com cada banco porque, de acordo com o seu perfil de renda e nível de relacionamento com a instituição, você pode conseguir condições mais vantajosas.

Fonte: http://www.exame.com.br/topicos/arquitetos, http://www.forumdaconstrucao.com.br/conteudo.php?a=12&Cod=108